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Crónicas Livros

Um pedido aos leitores deste blogue

Sim, é verdade, tenho tido pouco tempo para escrever por aqui. Mas ando a preparar uma nova aventura: muito em breve, vou contar aqui no blogue o dia em que ia morrendo numa livraria.

Enquanto não acabo esse relato, deixo-vos um vídeo: o trailer daquele livrinho de que, provavelmente, já ouviram falar — A Baleia Que Engoliu Um Espanhol.

Ora, depois de alguns meses às voltas solitárias com a história, o meu maior prazer é ver esta aventura a chegar às mãos dos leitores. Assim, pedia-lhe a si, leitor deste blogue, que partilhe o vídeo no Facebook, no Twitter, pelos contactos de e-mail…

A baleia armada em Padeira de Aljubarrota ficar-lhe-á muito agradecida — e eu também!

Pois, então, aqui está o trailer do nosso livro:

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Marco Neves

2 comentários

Prabens Marco! Sempre con propostas orixinais e fermosas. Non te conhezo persoalmente, pero son leitor atento deste formidable blogue. Eu son tradutor de galego (ao castelán e viceversa) e vivo en Segovia. Tamén son músico (toco gaitas de fole, rabel, flautas antigas, percusións tradicionais…), educador e historiador.
Tenho uma anécdota que contarte: como saberás, Segovia (no alcázar da cidade) foi uma das cidades onde morou Alfonso X El Sabio. Temos feito algum concerto numa das 20 igrexas románicas de Segovia, e interpretado varias das Cantigas en galego-portugués do século XIII (da mesma época da igrexa). Como sabes, o galego-portugués foi a língua poética de Castela (e en parte na coroa de Aragón) no século XIII, polo prestixio que tinhan os troveiros daqueles reinos. Alfonso X deixaba para o castelán as obras científicas e xurídicas (Lapidario, Hª Geral, Libro de saber de Astroloxía, de Xedrez…), pero para a poesía, tanto relixiosa (Cantigas á Virge, o gran monumento musical e inonográfico do século XIII) como profana (de Amor, Escarnio e Maldizer, etc), usaba só o galego-portugués. Pois fixemos a proba de cantar, xa que os milagres das Cantigas son do xénero responsorial, só as estrofas deixando a uma igrexa chea exclusivamente de segovianos cantar os estribillos (ou como se diga em portugués). Resultou que funcionou perfectamente! E esta xente, que enchía a igrexa, encantada de cantar en portugués medieval no século XXI, despoís de practicar só um pouco! Díxenlhes que creo que era a primeira vez que soaban as Cantigas do Rei Sabio cantadas por todos, como debía ser, uma iglexa románica desde hai máis de 600 anos. Tenho alguma testemunha en video se quixeras vela.

Uma aperta e moitas grazas polo blogue e tantas reflexións ligüísticas e sociais de interese

José Escudero (Segovia, Espanha)

Olá gosto das suas matérias e sugiro uma inspirada nos meus filhos pequenos: porquê a lógica das crianças ao aprender a falar não prevalece? Quando conjugam fazeu em vez de fez e outros exemplos, obrigado.

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