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Volta à Galiza com a Língua Portuguesa

Durante a próxima semana, irei andar pela Galiza a falar sobre a língua e a apresentar os meus dois livros: Doze Segredos da Língua Portuguesa e A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa. Quem leu os livros, sabe que têm muito a ver com a Galiza — que é um dos segredos da língua portuguesa e cenário de alguns episódios da Incrível História.

A Galiza é também a terra de muitos amigos e óptimos leitores e é sempre um prazer passar a fronteira e continuar a falar na nossa língua.

As datas são:

  • EOI de Pontevedra, dia 20, 19:00
  • EOI de Lugo, dia 21, 20:00
  • EOI de Ferrol, dia 22, 19:00
  • Livraria Ciranda, Santiago de Compostela, dia 23, 20:00

Será uma semana de muitas palavras (e muitos quilómetros). Mal posso esperar para conversar com todos os interessados na nossa língua — e claro que também vou aproveitar para passear um pouco por essas terras galegas de que gosto tanto.

Já agora, os «culpados» por estas visitas são o Valentim Fagim, que teve a ideia e pôs tudo em marcha, a Loaira, da Livraria Ciranda (aproveitem para visitar a página desta livraria dedicada aos livros portugueses no coração de Santiago de Compostela), e ainda os professores de Português Maria J. Sola Bravo (EOI de Pontevedra), Maurício Castro (EOI de Ferrol) e Uxio Outeiro (EOI de Lugo). Muito, muito obrigado!

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Marco Neves

2 comentários

Talvez eu vá ser politicamente incorreta, mas o natural seria a Galiza fazer parte de Portugal… até rima…
Sim, porque Portugal é o fruto da junção de dois países, a Galicia e a Lusitania… a Lusitânia, fora Olivença (hehe), manteve-se íntegra, já a Galicia ficou partida a meio…
Então o natural seria a união desta faixa Norte-Sul a Oeste da Península… o país voltaria a unificar-se, a Galícia.
Quando eu era criança, nas aldeias do Norte de Portugal falava-se Português dito “parolo”… e agora sei que afinal era galego. Por isso eu falava galego, português erudito, e português do Brasil, já que esse era o português de meus pais e avós…
Sim, se ue não falasse galego na aldeia poucos entenderiam… e se eu não falasse português erudito nas escolas, seria umgrande problema, já em casa eu falava português do Brasil, pensava que era uma língua familiar, um código de família…

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