Certas PalavrasPublicação de Marco Neves sobre línguas e outras viagens

10 nomes de línguas de Espanha (incluindo o português)

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Sim, Espanha é um país complicado no que toca a línguas.

Aliás, Espanha é um país complicado, ponto final. (E bem interessante, por estranho que isso possa parecer a alguns ouvidos portugueses.)

Ora, nesse país complicado, os nomes das línguas parecem multiplicar-se, ainda mais do que as próprias línguas.

Antes, um aviso: a lista abaixo é de nomes de línguas — e não, necessariamente, de línguas separadas. Assim, o “catalão” e o “valenciano” são nomes da mesma língua (há quem discorde), tal como os nomes “espanhol” e “castelhano” se referem ao mesmo idioma (e, neste caso, ninguém discorda).

Vejamos, então, 10 nomes de línguas de Espanha (entre outros):

Espanhol. Este é o nome da língua que o mundo conhece como língua de Espanha. Há quem ande por aí convencido que tudo acaba aqui: em Espanha, fala-se espanhol, ponto final. Mas, não…

Castelhano. Um outro nome dado ao espanhol, muito usado em Espanha para distingui-lo das outras línguas espanholas. Em Portugal, há quem use “castelhano” convencido que é muito mais correcto do que o corriqueiro “espanhol”. Noutro local deste blogue, tenta-se explicar a confusão. No fundo, são sinónimos.

Catalão. Este é o nome oficial da língua própria da Catalunha (e de mais uns quantos sítios). Sim, os catalães faltam também espanhol, mas uma grande parte da população tem como língua materna o catalão, falado em várias regiões de Espanha, em Andorra e ainda numa cidade italiana chamada, em italiano, “Alghero” e, em catalão, “L’Alguer”.

Valenciano. Mais a sul, na Comunidade Valenciana, o catalão muda de nome, mas sem deixar de ser a mesma língua. Claro que há uma ou outra pessoa que insiste que é uma língua diferente, porque dá jeito. E não é assim tão difícil criar uma língua própria: um nome, umas regras ligeiramente diferentes, um dicionário, uma academia, uma gramática e temos feito o idioma. Tudo para garantir que não se fala a língua do vizinho de cima.

Lapao. Sigla de “Lengua aragonesa propia del área oriental“. Desde 2013, é este o termo usado pelo Governo de Aragão para designar o catalão falado no seu território (encostado à Catalunha). Porquê? Porque tudo é válido para evitar dizer o nome “catalão”, que é um bicho papão. Sim, há regiões de Espanha com medo do “imperialismo linguístico” das outras regiões. Quem tem menos medo do catalão goza com este termo usando a risível abreviatura “lapao”. Parece que para o Governo de Aragão, mais vale falar lapao que catalão.

Aranês. Esta é uma das línguas da Catalunha. No fundo, é outro nome para a língua occitana, falada no sul de França. Lá chegaremos, em boa hora, no futuro deste blogue (espero).

Basco. Esta é a língua misteriosa que ali se esconde em redor dos Pirenéus e que não se sabe muito bem donde vem. Não é, sequer, uma língua indo-europeia e, assim, está na companhia do húngaro e do finlandês como elementos estranhos na paisagem linguística europeia.

Euskera. O nome da língua basca em basco é “euskera” e esse nome é usado muitas vezes mesmo em textos escritos noutras línguas de Espanha.

Galego. A língua nossa vizinha, a mais próxima do português — ou mesmo, segundo muitos, um outro nome para a nossa língua.

Português. Haverá poucos que queiram chamar directamente “português” à língua que os galegos falam (até porque argumentam, e bem, que a língua nasceu dos dois lados do Rio Minho e nunca saiu de Portugal em direcção a norte). Mas já serão muitos aqueles que se atrevem a dizer algo que para os portugueses mais distraídos será uma grande surpresa: o galego e o português serão dois nomes para a mesma língua, com diferenças marcadas, é certo, mas sem que tal implique uma separação insanável. Há mesmo quem diga que o português do Brasil está mais distante do português europeu do que o galego. Não vamos entrar, para já, por aí. Fica para mais tarde. Mas podemos afirmar que, para lá dos nomes e das divisões, o português e o galego estão bem mais próximos do que a fronteira faz crer e, por isso, há também uma língua de Espanha que é um pouco nossa. E daí não vem mal ao mundo.

Para lá destes 10 nomes, há mais: “maiorquino”, “bable”, “aragonês”, “leonês” e há até alguns atrevidos que falam da língua andaluza.

Ora, que lições podemos tirar desta profusão de nomes de línguas?

Antes de mais, é fácil perceber que as línguas são fáceis de criar, pelo menos se acharmos que criar uma língua é dar-lhe um nome. As nossas ideias sobre o que é uma língua ou não é acabam por ser muito mais fluidas do que pensamos — principalmente no território das línguas latinas, muito onde todos os falares fazem parte dum só mundo linguístico. Assim, surgem nomes que para alguns serão nomes da mesma língua, para outros significam algo mais: significam a existência duma identidade separada e, nalguns casos, duma língua separada.

Depois, uma lição sobre a humanidade: a necessidade de marcar a diferença é algo muito humano. Assim, num espaço nacional muito fracturado e onde populam identidades locais, regionais e nacionais para lá da identidade nacional espanhola, é normalíssimo vermos surgir nomes de línguas como cogumelos.

Tudo isto também se aplica a nós, à nossa maneira.

Por exemplo, terá muito a ver com esta necessidade de ver na língua o reflexo simples da nossa identidade que leva a que muitos portugueses não consigam ver o galego como língua irmã do português. Afinal, são os galegos são espanhóis…

Mesmo no que toca ao Brasil, os portugueses, em geral, não estão muito interessados em sublinhar a proximidade. Que os brasileiros chamem à sua língua “português” parece um pouco estranho, mas ainda se aceita. Agora que haja por aí tentativas de pôr tudo no mesmo saco e unificar a língua já parece demais.

Também por aí se explica a facilidade com que tantos portugueses dizem “brasileiro” para designar a língua dos brasileiros, que estes últimos chamam “português” sem mais.

Tudo isto porque a língua serve para comunicar, mas serve também (e muito) para marcar a nossa identidade. Goste-se ou não, convém não esquecer esta característica do ser humano.

Autor
Marco Neves

Tradutor na Eurologos, professor na Universidade Nova de Lisboa e autor da Gramática para Todos.

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62 comentários
  • Muito bom artigo, como sempre. Porém, acho a faltar uma menção mais extensa ao asturo-leonês, já que o seu domínio linguístico chega até Portugal, em Miranda do Douro. Já não digo nada do redemoinho de nomes que recebe esta língua dependendo do lugar (mirandês, asturiano, bable, leonês, estremenho, castuo, cântabro e montanhês).

  • Sempre estive em desacordo com o “português que se fala no Brasil”. É tempo do Brasil assumir o seu próprio idioma, o brasileiro.
    E não entendo também a razão porque cedemos nos chamados “acordos luso-brasileiros”.
    Temos o nosso próprio idioma. É nosso, não deles.

    • Um apontamento sobre o nome para o galego, português, galego-português, etc. : se bem é certo que a língua nasceu a ambos lados da fronteira atual, na altura Portugal não existia, mas tudo era Galécia/Galiza. Logo a denominação na altura seria logicamente “galeciano” ou galego.

      E contudo, acho que a denominação “nacional” (ou nacionalizada) da língua é secundária, toda vez que reconheçamos que é a mesma língua.

      Porque senão continuemos por aí até chegarmos ao indivíduo passando polo “carioca”, “paulistano”, pernambuquês”, “lisboeta”, “corunhês”, “picheleiro”, … e por aí adiante: cada falante de galego-português, um idioma!

    • Santa ignorância. Os ingleses não parecem ter essa crise de identidade. Que sentimento mais mesquinho. A língua é
      absolutamente a mesma!!!!
      O Brasil dá mais visibilidade à língua, e acho que todo o problema reside aí afinal. Bingo!
      Eu tenho orgulho da minha língua, a língua portuguesa, que sinto informar mas… não pertence mais apenas a vocês. Rsss
      E não preciso cá de nacionalismo barato para querer chama-la de “a minha língua brasileira”. Isso é um disparate! A língua é indo-europeia descendente do latim ibérico. Linguas americanas são de povos indígenas pré-colombianas. Não existe nem nunca vai existir “língua brasileira”.
      Línguas são a habilidade mais extraordinária do ser humano, e não tem de mudar de nome só por que algumas delas não se circunscreveram mais em seus território de origem, pois elas estão acima das convenções chamadas “países”. Vcs pagam seus impostos aí, nós pagamos os nossos aqui…mas povo, em sentido clássico , são os que falam a mesma língua. E não adianta dizer que não é a mesma lingua meus caros, pois eu entendi CADA palavra que foi escrita nesse sitio. Rsss
      E ao contrário da opinião do autor do texto, dizendo que “não se pode meter tudo no mesmo saco”….pra isto eu logo digo: sim, somos tudo farinha do mesmo saco, ou não teriam vcs vindo aqui abalar nossa paz e nos descobrir além-mar. Rss
      Padronizar a língua a torna mais forte. Opiniões desse tipo, parciais e preconceituosas, não vão mudar o curso da história, graças a Deus.. A língua portuguesa tem de passar incólume a essas contendas, a evoluir agora em conjunto para perpetuar-se. Procurem agregar, e não separar, como Jesus Cristo.

    • Recomendo aos portugueses que não leiam esse comentário pois está escrito em “brasileiro” e, portanto, é uma língua muito diferente do português. Eu sou brasileiro e português (tenho as duas nacionalidades por ser filho de portugueses) E gostaria de fazer um relato do que presenciei quando estive na Disney de Orlando pela última vez e conheci um senhor português que morava em Boston. Estávamos em uma fila para uma atração e conheci esse senhor português que, curiosamente, também era da Guarda, terra do meu pai. Um americano que estava logo atrás nos perguntou que língua estávamos falando. O senhor português se apressou em dizer que era português (ele não disse que ele estava a falar português e eu brasileiro). Esse cidadão então fez um comentário dizendo que o português devia ser uma língua falada só em Portugal. Logo, esse mesmo português já disse: “Não senhor, o português é falado por mais de 200 milhões de pessoas no mundo e ele é brasileiro e fala português”. O cidadão então perguntou: “Mas no Brasil não se fala espanhol?” O português insistiu: “Não, lá fala-se o português também”. Ora, os portugueses definem a língua falada no Brasil de acordo com o que lhes convém? Isso não seria desonestidade intelectual? Eu não vejo problema em mudar o nome da língua que eu falo, até porque é uma língua de pouca expressão no cenário mundial, não é verdade? Aliás, é o Brasil que dá maior peso à lingua portuguesa no mundo, não é verdade? Ou esses que defendem que o Brasil não fala português vão dizer que uma língua falada só por países pobres e com apenas 60 milhões de falantes no mundo (exclui o Brasil desse número propositalmente) tem alguma importância no cenário mundial? Se querem que a língua falada no Brasil não seja considerada Língua Portuguesa, comecem alterando os livros didáticos distribuídos nas escolas em Portugal, pois é lá que consta que o português é falado por mais de 200 milhões de habitantes (esse número com certeza inclui o Brasil). Ou os portugueses acham que mais de 200 milhões de africanos falam português? Que eu saiba, somando-se a população de Angola, Moçambique, Guiné bissau, Timor Leste, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe não se chega nem a 50 milhões de habitantes. Acho que há um problema com a matemática no Ministério da Educação de Portugal, pois informam nos livros que existem mais de 200 milhões de falantes do português, mas muitos portugueses dizem que nós brasileiros não falamos o português. Eu vou a Portugal visitar minha família na Guarda quase todo ano e nunca precisei falar inglês ou espanhol com eles, pois eles me compreendem perfeitamente e até me dizem que o português que eu falo é mais bonito. Não precisa ser muito inteligente para concluir que duas pessoas que se comunicam e entendem um ao outro, falam a mesma língua. Muitos portugueses, não todos, ainda tem o complexo de inferioridade e entendem que tem que ficar longe de suas ex-colônias para que não corram o risco de ser confundidas com elas pelos demais povos da Europa. Meu pai saiu de Portugal e quando aqui chegou a primeira coisa que ele disse é que parecia que ele estava em Portugal, até o complexo de inferioridade que ele notou em muitos brasileiros era o mesmo que ele via em muitos portugueses. Talvez seja esse o problema daqueles que entendem que o Brasil fala “brasileiro”. O curioso é que os ingleses dizem que os norte-americanos, os canadenses, os australianos falam inglês, apesar de algumas diferenças no léxico e gramatical entre eles. Os espanhóis dizem que os argentinos, os uruguaios, os mexicanos, os colombianos falam espanhol, apesar de algumas diferenças no léxico e gramatical entre eles. Agora muitos portugueses dizem que o Brasil não fala português. Ainda bem que meus pais e minha família em Portugal não padecem dessa limitação intelectual. Ainda bem que em Portugal, como no Brasil, existem poucos parvos.

      • Ola a todos,

        Queria so deixar um comentário para os comentadores do Brasil, honestamente não sigo muito o que se passa no Brasil tirando as polémicas governamentais, mas confesso que estou muito surpreendido com os comentários que tenho lido da vossa parte, surpreendido porque sempre pensei que as diferenças gramaticais eram muito mais acentuadas mas afinal vocês escrevem português tal como os portugueses de Portugal.

        Tendo lido os vossos comentários não posso concordar com o comentador que sugeriu criar o “brasileiro”, não faz sentido absolutamente nenhum e caso não tivessem mencionado que são cidadãos do Brasil muito dificilmente saberia que tinham sido escritos por brasileiros.

        Quanto ao Sr. Francisco penso que se tenha precipitado no julgamento ao senhor português de Orlando, não creio que ele o tenha feito no sentido de desvalorizar o Brasil mas também não estava la para o ouvir e por isso fica a duvida das suas reais intenções.

        A lingua portuguesa é do mundo não é so de Portugal, a lingua portuguesa é a comunhão de varias povos e culturas espalhas pelo mundo, desde o Brasil até Timor passando também por Africa, Goa e Macau.
        Sinto por vezes que existe um certo ódio cultural entre portugueses e brasileiros no entanto a grande maioria nunca sequer visitou um ou outro pais, não consigo entender porquê mas infelizmente ainda acontece.

        Bem haja a todos os brasileiros e portugueses.

  • Sou do Brasil, e discordo totalmente de alguns comentários aqui colocados. A Língua Portuguesa no Brasil é totalmente difundida, sendo que cada região que constituem o país (Norte, Sul, Nordeste, Sudeste e Centro-oeste) possuem suas especificidades na oralidade. O que é normal em qualquer país em qualquer língua! Dizer que o Português falado no Brasil e em Portugal não são a mesma língua é bobagem. É claro que são a mesma língua. O que evidenciam as diferenças são justamente a questão geo-político-culturais. O brasileiro não fala Brasileiro. O brasileiro fala a língua Portuguesa. Esse seria o momento ideal para união dos países que falam a língua para difusão da mesma em escala global. Querer separar as línguas e dizer que o que se fala no Brasil é ‘Brasileiro’ e não Língua Portuguesa é enfraquecer a língua no cenário mundial. Não sejamos bobos.

    • Bobo é aquele que aceita tudo calado, aquele que não tem posição, o bobo não sabe pagar o preço e prefere se acovardar, e mais bobo ainda é aquele que impõe essa ideologia. Eu ia usar a palavra ridículo, mas prefiro usar as palavras que foram usadas no comentário acima. NÃO ESTOU insinuando uma mudança de idioma no nosso país, mas temos que saber tomar uma posição e saber pagar o preço.

  • Tenho pena deste senhor Luís Alberto Pinto. Ele tem um recalque que não é típico em Portugal. Querer separar idiomas é de uma idiotice crassa. Nós brasileiros temos orgulho em contribuir com 204 milhões de falantes da língua portuguesa no mundo. Aliás motivo de muito orgulho que uma nação continental como o Brasil fale uma única língua. O português com óbvio vários sotaques. Na Europa, principalmente na Espanha não existe essa unificação da língua o que causa revoluções separatistas, a língua aglutina, aproxima o bom relacionamento de um povo. Nós brasileiros há 515 anos atrás éramos uma nação indígena. Os portugueses aqui se instalaram disseminaram seu idioma tal com na África em alguns países. Deixaram essa herança que muito nos orgulha assim como nosso hino e nossa bandeira. Pobre Sr. Pinto, seu cérebro iguala-se ao de um Pinto.

    • A língua portuguesa é boa. É útil para o nosso país, sim. Mas da língua portuguesa não somos escravos. Toda proposta é bem vinda. Falar português não é motivo de vergonha, muito menos de orgulho. Para quê nos orgulhar de uma língua que não surgiu no nosso país, aquele que nega o idioma brasileiro, que não é esse português que nós falamos e sim o tupi nunca será patriota. Tolo é aquele que diz amém a tudo. Não estou falando que devemos oficializar o tupi, muito menos abolir o português, só quero lembrar que o Brasil é um pais independente, e temos o direito de exercer nossa liberdade ainda que se tenha um preço a se pagar.

  • Olá, sou um curioso e estudei sobre o que é uma língua, tal como seguramento o autor deste blog. Eu acho que uma língua é de todos os falantes e de ninguém em particular. A língua pode identificar a origem de um indivíduo, mas ela não lhe pertence, até porque a língua é um é “ser” vivo, mutável e não se deixa prender e fechar num frasco.

    A língua que os portugueses falam veio dos antepassados (que a herdaram também) e tranmitiram-na pelo cantos do mundo. A distância faz com que evolua (extamente pela separação) em sentidos diferentes. O acordo ortográfico tenta juntar aquilo que se vai separando naturalmente. Concordo com o acordo ortográfico no sentido em que permite a que os diferentes povos conservem uma mesma língua, tanto quanto isso seja possível. No entanto, a língua não pertence a ninguém, por muito que o ser humano tente aprisioná-la, ela é livre e mutável, transforma-se como gelatina e não se deix encarcerar.

    Não tenho medo que um País como o Brasil me tire algo que nunca foi meu e que apenas uso por empréstimo….

  • Vivo nas Canarias e por aqui dizem que se fala o Canario, na verdade fala-se um Castelhano com sotaque diferente mas com muitas palavras absulutamente diferentes como por ex Papas que quer dizer Batatas mas com muitas outas de origem Portuguesa, como Borboleta em vez de Mariposa e muitas mais. Um tema sem duvida interesante devido à historia das Canarias e à presença Portuguesa desconhecida por muitos.

  • Não falamos o português por copia mas porque em nossas veias corre o sangue de Portugal aqui derramado por 500 anos. O Brasil não era uma nação, ela foi criada por Portugal daí que somos dois países mas uma só raça. Neste imenso território habitavam inúmeras nações que se comiam umas outras como hoje se come um churrasco. Por isso acho que devemos nos dar as mãos e trabalhar em prol de nossa língua mãe.

  • Sou português, nascido em Angola e tenho muito orgulho em falar oito línguas distintas (português, francês, inglês, alemão, espanhol, italiano, latim e umbundo).
    O aparelho fonético dos falantes da língua portuguesa é uma máquina preciosa!
    Sabem porquê? Nós emitimos sons com a garganta e com o nariz e…quase com a boca fechada!…Por isso emitamos sem dificuldade os sons de inúmeras línguas.
    Li algures que na Península ibérica há só duas línguas: o galaico-português e o
    impenetrável basco. O autor desta teoria sugeria: percorram Espanha de norte a sul e de leste a oeste; constatarão que entendem tudo o que “eles” disserem, porem, a resposta será invariavelmente:” no entendo usted”.

    • Não havia aqui nenhum comentário: fê-lo noutros artigos deste blogue. Se quiser repeti-lo aqui, poderei publicá-lo.

  • Texto a meu ver, um tanto quanto preconceituoso sobre a parte referente ao Brasil.
    No Brasil a escrita é em que língua? Alemão?Francês? Italiano? É meu caro, nós não pedimos para ser explorados por Portugal, tão pouco optamos por falar essa língua pouco apreciada pelo mundo, ela nos veio goela a baixo, se pudéssemos optar com toda certeza optaríamos por uma língua mais respeitada e reconhecida mundialmente.

    • Não percebi onde está a falta de respeito para com o Brasil. Se tivesse o cuidado de ter lido mais alguns textos deste blogue (procure «Brasil»), veria quão injusto foi o seu comentário. Se há coisa que não tenho é falta de respeito para com o Brasil. Já quanto ao final do seu comentário, parece-me que padece de alguma falta de amor pela sua própria língua, o que é pena. Mas, enfim, leia mais deste blogue, é o que lhe peço… 🙂

      • Para com? Isso é ũa falta de respeito para por desde cara trás entre com os falantes da língua. Vamos ponher-nos a falar tam mal coma os políticos? Será “com” e ponto. Será “falta de respeito com o Brasil”.

        • Caro Anónimo, é assim que escrevo e falo. Não vou deixar de dizer “para com”. Por que razão o faria? Quanto ao comentário em si, tem alguma coisa a dizer? Também acha que o texto é falta de respeito?

      • A pretensa língua brasileira é, mais um, fruto maldito que o PT tentou empurrar goela abaixo do Brasil. Nossa bela e melodiosa língua é o português. Cometemos erros vários no dia a dia. Quase não usamos pronomes oblíquos. Usamos muitas metáforas. Reduzimos os tempos verbais. Há diferenças no vocabulário, algumas grandes. Mas é o português. Eu tenho orgulho de nossa língua e, perto de portugueses, enfatizo o NOSSA língua. Temos português arcaico nos interiores de Minas e São Paulo. E, graças ao Marquês de Pombal, acabamos por enterrar a língua geral, um dialeto crioulo, da qual sobram resquícios no interior de São Paulo e Minas. Lá porta se diz poRLta, ficando o exótico RL como o som da língua geral. Já na primeira metade do século XX, proibiu-se na Guerra, falar-se italiano, alemão e japonês, línguas exóticas dos imigrantes. Havia sérios riscos de se ter ilhas de falares exóticos em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Sou descendente de italianos e tenho orgulho de dizer que, exceto pizza, não sei uma única palavra de italiano. Terminando, como, Pessoa, minha pátria é a língua portuguesa. E como Bilac, está é a última flor do Lácio, inculta e bela.

    • Depois de ler o texto, percebi a razão do seu comentário: acha que estou a concordar com a situação que descrevo no final, sobre aquilo que os portugueses sentem em relação ao Brasil. Se ler com atenção, perceberá que a minha intenção é mudar esse estado de coisas.

  • Portugal invadiu o território onde hoje é o Brasil , explorou, levando para Portugal nossas riquezas, impôs seu idioma e por foi expulso daqui deixando nosso território arrasado; Graças aos esforços do nosso povo trabalhador transformamos o Brasil numa grande nação que possui uma extensão continental e uma extraordinária unidade nacional a começar pelo idioma português falado em cem por cento do território nacional, idioma esse enriquecido com centenas de palavras de outras línguas . Hoje mundo afora quando um indivíduo usa o português para se comunicar a pergunta que ele ouve é sempre essa : Você é brasileiro ? E nunca ” você é português ? ” ou seja;
    Portugal perdeu sua identidade linguística !
    Está falando em português então é brasileiro ! Talvez seja esse o motivo do recalque dos portugueses . E viva o Brasil !

    • Já andei em muitos sítios do mundo e ninguém ignorava que em Portugal se fala português… 🙂 É a língua do Brasil, mas também de Portugal, como todos sabemos. Mas pergunto: o que tem isso a ver com o texto que está a comentar? O texto não é sobre o Brasil. Se quiser, procure outros textos neste blogue sobre o Brasil — estou certo de que irá gostar.

  • Concordo quando os portugueses dizem que no Brasil fala-se o Brasileiro e não português e o Acordo Ortográfico veio a marcar mais ainda essa diferença entre nossos países porque em Portugal desapareceram todas as letras chamadas mudas e não no Brasil, onde elas são pronunciadas ou marcadas, a perda do sinal trema, que tanto diferencia foneticamente palavras uma das outras. Enfim, nada que nos aproxime.

  • Eu não vejo nenhum problema em separar nosso idioma – “português brasileiro” – do “português europeu”, como já é separado na internet. Estudei em Portugal e foi muito complicado, pq eles não aceitam nosso idioma como o “português”. Um amigo meu do mestrado, foi humilhado por uma avaliadora na defesa, que afirmou que a tese dele estava cheia de erros de português. Detalhe ele pagou uma professora universitária brasileira de português para fazer a revisão gramatical da tese. Comigo, no início do curso, minha orientadora afirmou que eu escrevia errado e deveria acionar o revisor do Word no meu computador, lhe perguntei “escrevo errado ou escrevo em português do Brasil?? pq o revisor do Word está acionado!” ela ficou sem saber o que dizer. Sempre reclamava que a escrita estava confusa. Contratei um professor português para revisar a escrita da minha tese. Portanto, não vejo problema em separar nossos idiomas, inclusive pq quando estive na região da Galícia, lendo outdoors, pensei que eles escreviam em português muito errado, só dps descobri que era o galego rss

    • Pois eu nom vejo nengum erro na tua escrita, além das abreviações tipo SMS perfeitamente comprensíveis (coma “pq” ou “dps”. Como alguém nom entendo o que significam s letras, e máis no contexto no que estám inseridos, já nom saberia que dizer-lhe)…
      Apenas atopo um erro no teu texto: os galegos somos da Galiza. A Galícia é ũa regiom istórica antre a Polônia e a Ucraina.
      Eu si que vejo probrema na separaçom. Se todos nos entendemos e podemos ter ũa conversa sem dificuldade algũa, é porque soma mesma língua. Sendo assim, todos deveríamos mostrar respeito polo resto de variantes. Talvez começando por corrigir o menos possível os “erros” e mostrando respeito pola fala e escrita do Brasil, Portugal, Galiza, Macau… Porque, ò final, isso de “erro” nom é tam assim. Ò final, o que é “erro”? Isso é algo moi subjetivo. Apenas se deveriam limitar a corrigir os erros grandes, os que assim sejam consideradas em tôdolos logares da galaicofonia.

      • Caro amigo, vivo em Lisboa desde os 14 anos mas cresci no Alto Minho. Estudei numa escola (a mais perto) em “Salvaterra de Miño”. Nem sei bem como vim parar a este sítio/blog mas acredite que estou emocionado em ver alguém escrever realmente em Galego (chamem-lhe Galaico-Portugês, Português ou qualquer outra descrição).
        Deixei de ir a Vigo e a outras grandes cidades Galegas; o som do “castrapo” incomoda-me (espero não ofender ninguém). Não consigo sequer ver a “Televisión de Galicia”…mas não deixo de sorrir quando vejo, na antiga fronteira, o “cia” riscado e substituído por um glorioso “ZA”!
        Quanto aos “embates” entre portugueses e brasileiros…já dei para esse peditório!

    • Isso é apenas o padrão que a universidade adota; não é nada do outro mundo. Sou brasileiro, fiz mestrado na Inglaterra; na universidade em que estudei eles não aceitavam que os trabalhos fossem escritos na ortografia americana. Por exemplo, globalization (americano) lá é globalisation (e todas as palavras que acabam em “-sation”); “theater” é theatre; há palavras nas quais os americanos não usam hífen, etc.
      Eles não diziam que era errado, apenas ressaltavam que lá, no meio acadêmico, era inaceitável.
      Os portugueses, em determinado momento histórico, colonizaram o que hoje se chama Brasil e quase toda a população brasileira tem algum percentual de sangue luso. Falamos uma só língua em um espaço continental, o que é talvez o trunfo mais valioso que temos como nação. Precisamos valorizar e ressaltar isso. Em unidade nacional e linguistica, o único outro país como este são os Estados Unidos, talvez a Austrália.
      – Peço desculpas ao dono do blog por fugir do tema Nomes de Línguas na Espanha neste post e dou-lhe parabéns pelo carinho com que trata a língua portuguesa.

  • Sou galego e galegoparlante. Acho importante que o português, uma joia lingüística do mundo, mantenha uma certa unidade (nom importa que haja várias maneiras cultas segundo os países, sempre que se mantenha a unidade sustancial). Só assim vai continuar a ser uma das línguas mais importantes da historia do homem. Por isso gosto de que o galego volte à casa comum da que se separou há séculos. O nome nom importa; importa que eu, neste instante, me comunique sem muitos problemas con todos vocés. Doe-me que haja brasileiros que nom reconheçam o legado europeu como parte deles mesmos, de que falem como indígenas quando, na realidade,
    som filhos daqueles portugueses ou europeus que cruzarom o Océano desde este lado do mar. Admito a crítica desde os indígenas de o fundo da Amazonia, mas nom desde um brasileiro de clase meia que viva em SPaulo ou em Rio. O português, cháme-se como se chamar, nom será nada no mundo global se perde a sua uniom. Parabens pelo blogue. Espero que percebam o meu galego “ajeitado” á moda portuguesa ou brasileira!!! Saúde

  • Eu não me atrevo a chamar esse português ridículo, esse português deformado, esse português que é falado no Brasil de brasileiro ou língua brasileira. Porém a língua brasileira existe e é o tupi, o tupi não era mais uma língua indígena e sim uma língua social, que foi falada também por mestiços, escravos e pelos próprios portugueses que ficavam na costa, desde o século xvi até a segunda metade do século xviii, e a propósito essa língua que chamamos de tupi foi chamada de língua brasílica, e as maiores provas desse fato estão em livros antigos encontrados em bibliotecas portuguesas, e você pode comprá-los em sua forma antiga ou atualizada, o google, as livrarias e o mercado livre estão aí. A língua brasílica evolui para as línguas gerais paulista e amazônica que hoje é chamada de nheengatu e é falada até hoje. Para aqueles que acham que o português deveria ser a ÚNICA língua , sinto muito , mas isso é um tremendo retrocesso, meu desejo não é matar a língua portuguesa nem mesmo na América do Sul, desejo que o país seja bilíngue ou trilíngue, já que a língua inglesa é a língua mundial. No entanto ninguém é obrigado a falar tupi, como não deveria ser obrigado a falar português, o Brasil é um país independente. Vou estudar o tupi antigo ou o Nheengatu sim, e se não quiserem, problema de vocês, melhor do que ser bilíngue é ser poliglota, também não vamos nos esquecer do Inglês de cada dia que é a língua universal. Estudar o tupi antigo não é perda de tempo, perda de tempo é ser preconceituoso. Se o povo brasileiro falasse as duas línguas poderá muito bem diminuir a dificuldade de aprende o inglês( mundial) e mais outras línguas. Eu falei anteriormente do português do Brasil, porque acho que o português europeu soa muito melhor. Tão abominável seria matar o idioma português quanto matar a língua brasileira( tupi) e foi isso que aconteceu na segunda metade do século 18, Sebastião José de Carvalho e Melo, o vulgo Marquês de Pombal, não só decretou o idioma português como também proibiu o uso da língua brasileira que ainda era falada, e de várias outras línguas, e quem transgredisse, receberia duros castigos, ou até mesmo poderia ser punido com a morte. Parabéns por terem defendido essa língua que nós chamamos de portuguesa. Felizmente há o nheengatu, que eu considero um dialeto da língua brasileira e é falado no Amazonas, também é uma das línguas oficiais do município de São Gabriel da Cachoeira, mas infelizmente é falado apenas por aproximadamente 6 mil pessoas. Quero muito colaborar com o fortalecimento do nheengatu bem como o ressurgimento( ressureição) do Tupi antigo. Para muitos idiotas não se mata a língua portuguesa, mas pode matar o tupi, que é igualmente abominável, isso é que é tolice.

  • A língua portuguesa é boa, útil à comunicação humana, e também para a economia do Brasil. Mas não somos escravos dela.

  • A língua portuguesa é boa, útil à comunicação humana, e também para a economia do Brasil. Mas não somos escravos dela.

  • vou falar português é como o brasileiro tambem fala.
    vou dormir vou trabalhar vou ajudar vou ser amigo vou á casa da minha mãe.
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    com todo o meu respeito,escrevam o que eu escrevi em cima, em linguas neolatinas romãnicas que se fala em toda a Peninsula Ibérica -brasileiro escreve similar a português Mirandês é diferente Galêgo tambem é diferente idioma mais parecido com o idioma português Castelhano diferente do português Catalão diferente etc.etc. Amigos Portugal é um país pequeno mas com uma grande unidade nacional praticamente se fala só uma lingua que é a lingua portuguêsa a lingua Mirandesa foi só reconhecida como segundo idioma português há poucos anos é falado por 20 mil habotantes ou pouco mais ou pouco menos,sim estou de acordo porque faz parte da cultura portuguêsa não podemos deichar morrer a lingua Mirandesa.
    Sobra a Espanha País maior que Portugal 4,5 vezes e meia aonde se fala varias linguas aonde o Castelhano quer anaquilar as outras linguas que se falam dentro da Espanha,existem vedeos existem falatórios por castelhanos a dizerem todos os espanhóis teem que falar só uma lingua dentro de Espanha que é a lingua Castelhana pois amigos entendo que é uma grande ofensa para os espanhois que falam a lingua Galêga Asturiano Catalão Basco ,porque a salvação da Espanha unida com várias linguas que se fala dentro dela é a religião católica ser a grande maioria, se ouvesses dentro da Espanha várias religiões com numeros semelhantes á religião católica há séculos que a grande Espanha era um país do diametro de Portugal ou mais pequena ou pouco mais grande que Portugal.
    Primeiro Reino católico a nascer dentro da Peninsula Ibérica se chama Asturias depois nasceram vários reinos Castela Aragão Portugal etc.etc. Desculpem o meu latim anda muitos palhaços a dizer que Portugal era território espanhol amigos que eu saiba a partir do Norte de Portugal Reino de Portucalense ano 1095 Portugal foi conquistado aos mouros e quando Portugal conquistava territórios aos mouros os Castelhanos travavam lutas com os portuguêses para saquearem o território que Portugal tinha conquistados aos mouros mulçumanos,os mulçumanos viveram no mapa de Portugal desde 711 a 1249 Portugal era a nação com a nossa Olivença que hoje está anexada pelos malditos castelhanos no século 19 isso nunca nos esqueceremos, a Espanha se tornou uma nação no ano 1492 sim eu sei que a Espanha é maior do que Portugal pois no ano 1527 Portugal tinha população 1 milhão 362 mil habitantes a Espanha toda unida tinha 6 milhões de habitantes,o mal de portugal foi ter poucos habitantes se tivesse mais a espanha de hoje de certeza que era mais pequena e a Galiza etc era território português e o império de Portugal era muito maior do que a Espanha e do que Inglaterra estes ingleses se gabam de ter um grande império mas foi por terem 10 jilhões de habitantes nos ano 1500 e foram grandes porque roubaram muitos territórios a Portugal e a Espanha.
    sobre a lingua portuguêsa amigos brasileiros sem ofensa como português vos digo voçês podem criar a sua própria lingua,gostava de saber como vão chamar aos seu parentes pai mãe irmã irmão tio tia avó avô atenção é sem ofensa, tem outra não confundam o calão português com a lingua portuguêsa tem outra na lingua portuguêsa tem palavras africanas tem da Malásia dos indios metidas na lingua portuguêsa Bunda não é palavra brasileira nem é português é palavra africana de Angola a palavra Jamgada é da Malásia Jamgada seu significado é barco não é bem um barco mas é parecida e muitas mais palavras que estão na lingua portuguêsa derivado ás descobertas portuguêsa aonde deu origem a enriquecer a lingua portuguêsa,se voçê brasileiro é contra a lingua portuguêsa tudo bem,por mim até pode escolher como sua lingua,mas por favor respeite a lingua portuguesa ela nada tem a ver com a lingua espanhola,toda a peninsula ibérica falam linguas neolarinas romãnicas ,pelos vistos a culpa foi dos romanos de invadir a peninsula ibérica e a cahamarem de Hispania donde nasceu em 1492 o nome de Espanha nome de Portugal nasceu em 1249 e nome da Hispania dada pelos romanos Já os Gregos a tinham baptizado como a Ibéria quer dizer que o nome dado pelos romanos hispania é moderna á beira do nome dado pelos Gregos Ibéria quando os romanos chegaram á Ibéria tiveram 200 anos de lutas com os Lusitanos

  • Que eu saiba Portugal não fica na Espanha como diz o senhor autor deste tópico

    Portugal fica na Ibéria , mais tarde nasceu o nome de Hispania com a tomada dos romanos sobre a peninsula Ibérica ,senhor autor não trate os portuguêses como espanhóis isso é gozo,se voçê não sabe eu lhe digo o nome Espanha nasceu através do nome Hispania no ano 1474 e a Espanha se viu livre dos mulçumanos em 1492 Portugal se viu livre dos mulçumanos em 1249 sim já sei que a Espanha é maior do que Portugal,pois pois se Portugal tem 5 ou 6 milhões no ano 1500 Portugal hoje era maior foi pena em 1527 a população de Portugal era só 1 milhão 362 mil habitantes,não se esqueça o nome Lusitânia é mais antigo do que o nome Hispania
    Anda estes douctores de kaka a chamar espanhóis aos portuguêses tende vergonha.Respeite a naçã de Portugal – Portugal fica situado a sudueste da europa na Peninsula Ibérica,só aparece aqui douctores formados através de envelópes.

    • Bastava ter lido o artigo para evitar escrever um comentário que não faz sentido: onde é que, no artigo, chamo os portugueses de espanhóis? É o que dá ler um título, passar por cima do texto e comentar de imediato.

  • Sou brasileiro e ficaria orgulhoso se eu pudesse dizer aqui que falo brasileiro. Mas digo que falo português! E não vejo mal nenhum nisso, porque é um fato. Uma prova é que qualquer brasileiro poderia ler e compreender este artigo (que foi muito bem escrito). Agora, se há algum português que não consegue compreender o que eu escrevo, só posso lamentar.

  • Só os brasileiros é que dizem mal da lingua portuguêsa,e querem terem uma nova lingua,força amigos ontem era tarde criem uma lingua brasileira mas atênção sem palavras portuguêsas na vossa nova lingua.Falam do passado que Portugal os roubou etc. etc. Eu acho uma grande piada dizem mal da lingua portuguêsa e continuam a escrever e falar português, que andam aqui a maltratar a lingua que falam mais os portuguêses,os outros países que falam o português não se queixam da lingua portuguêsa que falam. O alfabeto português tem 23 letras Y W K não existe em português só a letra K em duas palavras kilo ( Quilo ) Kilómetros KM ( Quilometros)
    Cuidado a lingua Galêga de hoje tem muitas palavras castelhanas na lingua galêga

  • Amigo o titulo do poste é que diz,não sou eu que digo.

    Marco Neves
    Bastava ter lido o artigo para evitar escrever um comentário que não faz sentido: onde é que, no artigo, chamo os portugueses de espanhóis? É o que dá ler um título, passar por cima do texto e comentar de imediato.
    ________________________________
    Titulo do Poste que está aqui escrito.
    10 nomes de linguas de Espanha ( Incluindo o português ) «««««
    Me desculpe amigo,voçê entende que este titulo está correcto.
    No meu entender na lingua portuguêsa o titulo está errado e ao mesmo tempo a dizer que os portuguêses são espanhóis,que eu saiba em Portugal se fala duas linguas a Lingua Mirandésa falada por 7500 habitantes talvez aida menos,e a lingua principal é a lingua portuguêsa.
    Entendo que o titulo do poste está errado.
    No tem da Hispania já falavam o grego » Ibéria – Latim Peninsula

    • O título do artigo não diz que os portugueses são espanhóis. Leia o texto até ao fim e percebe. Mas, como já percebi que não quer, eu explico: há galegos que chamam “português” à sua língua. Logo, um dos nomes de língua usado por alguns espanhóis é o português. Nada disto implica, minimamente, que os portugueses são espanhóis.

  • O Brasil é uma nação americana onde se fala a língua portuguesa, mas por quê? A resposta é bem óbvia: somos a maioria descendentes de um povo que, desde o século XVI, vem habitando essa terra, refiro ao povo português. No entanto, é evidente que falamos a mesma língua de Portugal. Porém, com uma diferença insignificante no ponto da oralidade, pois não tenho dificuldade nenhuma em entender um lusitano. Para concluir, fiquei desconfortável, ao ler alguns comentários e, notar que brasileiros e portugueses se agridem por um motivo fútil. E, ainda, tenho certeza absoluta que um português entendeu e compreendeu todas as palavras que redigi. Abraços aos lusófonos!

  • Bem… Só aconselhar a muitos que comentaram para estudarem a evolução da nossa Península Hispânica ou Ibérica (como mais gostarem)
    Estudem bem, mas mesmo bem!!! Só depois comentem opiniões.
    Dizer que Portugueses/Galegos/Castelhanos, são povos diferentes, é cá uma piada.
    São diferentes!! Pois, pode ser, mas no geral são as mesmas gentes…

    Português e Galego sim são a mesma língua; Português e Castelhano, huummm são línguas diferentes… Mas… Muito idênticas, Já agora tentem ler algumas coisas escritas em Castelhano, a ver se é assim tão diferente, ou, vejam um pouco de TV Espanhola a ver se realmente não entendem nada; bem… Talvez entendam, mas na cabeça diz que não!!!

    Quero dizer que eu como Português e conhecendo a língua Castelhana também, vejo uma grande igualdade, atrevo-me a dizer que uma grande parte de palavras (faladas) têm mesma pronuncia do Português (claro que outra não, e algumas diferentes).

    Meus amigos, são línguas muito próximas(não é chinês/Alemão/Inglês/Russo/Árabe… e por aí adiante)
    Mas enfim, estudem história e depois comentem, vejam de onde veio o Condado Portucalense, de onde era D. Teresa e o Infante D. Henrique, vejam já agora D. Afonso Henriques (primeiro rei de Portugal) quem era sua família (avô, primos)
    Portugal nasceu no Norte, de um pequeno Condado, que pertencia ao Reino de Leão/Castela, mas como muitos não querem ser o mesmo povo, não sei, se calhar caíram aqui vindos dos confins da Rússia ou da China o povo que hoje se diz Português

    Percam um pouco de tempo e estudem História, OK

    Cumprimentos

  • Tudo isso foi culpa do MARQUÊS DE POMBAL que não deixou o Brasil falar o idioma francês.. que pena, haveria 200 milhões a mais que falariam a língua de Bonaparte…

  • Chamar espanhol ao castelhano não será uma forma – mais uma – de impor o domínio de Castela sobre as vários povos de Espanha?
    Vejamos o caso da antiga União Soviética. Os povos eram muitos, as línguas também – muito mais que em Espanha. A língua russa funcionava como o elemento que possibilitava a compreensão entre todos eles. Mas nunca ouvi falar em língua soviética. Os habitantes da Arménia, da Ucrânia ou do Cazaquistão falavam russo e não soviético. Porque hão-de os catalães, os bascos ou os galegos falar espanhol e não castelhano?

    • Tenho alguma simpatia pelo termo “castelhano” e nenhuma simpatia pela imposição da língua, mas em português, de facto, os termos “castelhano” e “espanhol” são sinónimos, como discuti neste artigo: https://certaspalavrasnet.wpcomstaging.com/afinal-diz-se-espanhol-ou-castelhano/

      Tem toda a razão quanto ao russo, que ninguém chama soviético, mas cada nome de língua tem uma história e um uso particulares. O facto é que há muitos países com várias línguas em que uma delas assume o nome do país: é assim em Itália, onde há várias línguas reconhecidas (o sardo, o veneziano, o alemão, o francês, etc.), mas só uma delas leva o nome do país. O importante, quanto a mim, é divulgar a existência das outras línguas do reino vizinho.

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